Chamada aberta PAMA | Revista Desvio

Chamada aberta PAMA | Revista Desvio

Em acordo com as propostas da coletiva curatorial NaPupila, divulgamos a chamada aberta do grupo de Pesquisadoras sobre Arte e Artistas Mulheres na Academia (PAMA) da Revista Desvio.   O grupo PAMA contará com 10 encontros semanais e ocorrerá de modo virtual, entre os meses de agosto e outubro de 2020, através de videoconferência. […]

ENTREVISTAS

ENTREVISTAS

Conversar, trocar, compartilhar, todos são verbos de ação que incluem dois ou mais indivíduos no ato. Precisamos dividir, escutar e, assim, conseguimos aprender e compartilhar ensinamentos. Criamos uma seção no site do NaPupila de entrevistas para ser um espaço de troca. Troca entre nós, entrevistadores […]

Colírio | Micro críticas

Colírio | Micro críticas

Colírio é um remédio cujo propósito é lubrificar, dilatar e inibir a pupila. Não é próprio do olho mas é majoritariamente utilizado neste órgão. Usamos o colírio para curar, ver através de novas lentes, permitir um novo olhar e sanar questões médicas. Pingamos, com cuidado e, muitas vezes, ajuda de outros, gota a gota em nossa pupila, esperando um resultado imediato que nos permita retomar o olhar de um mundo conhecido.

Traduzimos as gotas do colírio em nosso vocábulo em pequenos “drops” de análises críticas sobre exposições, artistas, obras e experiências relacionadas ao campo das artes contemporâneas.

Inauguramos a seção esperando que ela possa ajudar a lubrificar e abrir o seu olhar para novos e antigos conhecidos, permita ampliar seu campo de visão questionando e informando sobre a arte em seu amplo aspecto.

Abra os olhos e receba nossos drops!


Artes + Feminismos I Arte e Trabalho – maio de 2020

Artes + Feminismos I Arte e Trabalho – maio de 2020

A coletiva de pesquisa NaPupila, o Wiki Movimento Brasil (WMB) e o Instituto Moreira Salles em continuidade ao trabalho do Arte+Feminismo no Brasil realizando a maratona online de edição “Edit – a – thon Artes + Feminismos / Arte e Trabalho”, nos dias 23 e […]

Arte + Feminismo | Wikipédia Edit-a-thon – março de 2020

Arte + Feminismo | Wikipédia Edit-a-thon – março de 2020

Ação coletiva/maratona de edição de conteúdo feminista para a Wikipédia Edição 2020 Realização: NaPupila e Biblioteca EAV Parque Lage Apoio: artandfeminism.org Parceria: Instituto Moreira Salles (IMS) e Wiki Movimento Brasil (WMB)Parceria: artandfeminism.org A Wikipédia é o maior e mais popular site de referência geral na internet, […]

Edital Coletivos Urbanos

Edital Coletivos Urbanos


No mês de abril de 2019 fomos selecionadas pelo edital “Espaços de Autonomia”, uma iniciativa do professor Gabriel Schvarsberg em parceria com docentes e alunos da universidade santa Ursula.

Tomando o espaço público como ponto de partida, a proposta consistia na possibilidade de criação de um mobiliário expositivo para uma exposição realizada pelo Napupila no @experiênciamesa. A 24° Experiencia Mesa ganhou o nome de Àrea Irrestrita.  

Havia o desafio de pensar os praticáveis em diálogo com a produção da galeria; mobiliário expositivo que possa ser adaptável a diferentes espaços e que tenha a eficácia de apresentar desenho, postais, vídeo e objeto de pequeno porte onde a casa-galeria vira extensão da praça, invertendo a lógica de edições anteriores da A Mesa. 


Lev.tree é o nome adotado pelos alunos do Santa Ursula para o projeto de mobiliário desenhado exclusivamente para o Napupila . Assista o vídeo em que eles mostram o resultado final do mobiliário encomendado.

Área Irrestrita

Área Irrestrita

Experiência Mesa n° 24 – dias 20 e 21 de setembro Local: Rua Jogo da Bola 119, Morro da Conceição – RJ / Praça Leopoldo Martins  Coletiva Curatorial:  Napupila Realização: A Mesa

O Atlante

O Atlante

De 12/01 a 02/02 Local: Alinalice, n 1022, Bairro das Laranjeiras Coletiva Curatorial:  Napupila Realização: Alinalice O Atlante: quando o ser torna-se mar Muitos acreditam na existência de um certo continente chamado Atlântida que teria sido uma grande potência naval nos anos 9.600 a.C. A […]

#5WomenArtists

#5WomenArtists

No mês de março a coletiva curatorial Napupila propôs ações para comemorar o protagonismo das mulheres artistas nos espaços físicos e virtuais. Somamos força ao #5WomenArtists, uma iniciativa simples e efetiva do National Museum of Women in the Arts. Usando a hashtag # 5WomenArtists , a campanha destaca a vida e o trabalho de mulheres artistas, históricas e contemporâneas. Também chama a atenção para o fato de que as mulheres artistas permanecem dramaticamente sub-representadas – e seus trabalhos desvalorizados – em galerias, museus e casas de leilões em todo o mundo. Até o momento, mais de 11.000 pessoas e 1.000 organizações de 47 países e sete continentes participaram da campanha. Este ano, o Napupila está nesse time. Lançamos a pergunta : Você pode indicar 5 artistas mulheres? em nossas redes sociais. As artistas citadas foram incluídas em nossa página junto de informações curadas pela nossa coletiva.

Segue a baixo os nossos destaques e a lista completa das artistas indicadas durante a campanha.

Artemisia Gentileschi – Roma


Artemisia Gentileschi nasceu em 1593 e foi filha do pintor Orazio Gentileschi, amigo pessoal de Caravaggio. Era a filha mais velha dos cinco irmãos e, desde criança, começou a pintar no atelier do pai, adotando o estilo caravaggesco como fez seu progenitor. Teve uma grande reputação em toda a Europa, levando uma vida independente, o que era raro para uma mulher na época, tornando-se uma das maiores pintoras do seu tempo. Um dos primeiros trabalhos conhecidos de Artemisia foi realizado aos 17 anos, uma pintura denominada “Susana e os Velhos”. De acordo com Wendy Slatkin (1990), trata-se da cópia de uma versão do tema bíblico feita por seu pai, como um exercício de aprendizagem. Susana era uma bela e jovem esposa de um rico judeu do século VI a.C. (período do Exílio), que sofre um assédio de dois velhos que frequentam a sua casa. A tela de Artemisia é uma de poucas pinturas retratando a passagem de Susana que mostra o assédio sexual das duas pessoas idosas como um evento traumático. Aos 19 anos, Artemisia foi estuprada por Agostino Tassi, pintor amigo de seu pai, contratado por este para ser tutor da jovem artista. Ao falhar em manter sua promessa de casamento, Agostino foi denunciado pelo pai da pintora, o caso foi levado à corte e num julgamento que se arrastou durante sete meses. Artemisia foi humilhada e severamente torturada, enquanto o agressor, apesar de ter sido condenado ao exílio por cinco anos, nunca cumpriu a pena, tendo retornado a Roma. Atualmente, Artemisia Gentileschi tem sido objeto de diversos estudos, principalmente de cunho feminista, embora poucos ainda publicados em língua portuguesa. É indispensável recuperar a artista para tratar de questões de gênero na arte. Sugestão de Bruna da Costa

Carolina Ponte


Fortemente ligado às práticas populares, o trabalho de Carolina Ponte combina padronizações que juntos formam algo singular. “Nossa miscigenação está impregnada, como os objetos que carregamos no corpo: ornamentos, amuletos, guias e terços”, diz a artista. Carolina é um dos expoentes da arte contemporânea no Brasil e atualmente é representada pela Galeria Zipper. A sugestão de incluir a artista na campanha #5womenartists foi de Pedro Varela.


Berna Reale


Berna Reale é uma artista fora do eixo, fora do eixo formador de artistas (Rio – São Paulo), fora do eixo clássico (dividia seu tempo entre as artes visuais e seu emprego em perita criminal) e fora do eixo absorvido pelas instituições e mercado de arte (afinal é uma mulher). Mas a margem permitiu que Berna crescesse e realizasse trabalhos nas áreas de performance e instalação viscerais em que coloca seu próprio corpo em pauta. Seus trabalhos giram em torno de pautas sociopolíticas contemporâneas que englobam seu estado – o Pará – e suas realidades que, muitas vezes, escolhemos não enxergar. Em sua perfomance “Quando todos calam”, Berna dispõe seu corpo coberto por vísceras para os urubus que coabitam o Mercado Ver-o-Peso, conhecido mercado de Belém. Berna permanece, nua, em uma mesa, sendo ofertada aos urubus. Imóvel, o corpo feminino existe mas não resiste na performance que cria um burburinho na paisagem urbana. A sugestão de incluir a artista na campanha #5womenartists foi de @cuotidiano

Luiza Crosman

O design é a ferramenta usada por Luiza Crosman para criar estratégias, apresentar críticas institucionais e propostas especulativas para as Artes. Os conceitos ganham materialidade em suas instalações e ambientações. “Hiperstição”, “Buracos de Minhoca”, “Blockchain” são alguns dos gatilhos usados por Luiza para criar realidades performáticas. Vocês devem ter visto o “TRAMA”, trabalho de Luiza Crosman, na última Bienal da São Paulo. Diagramas, desenhos, narrativas ficcionais e sistemas recursivos são parte de seu interesse e estão para jogo em estruturas educacionais e coletivas de produção propostas pela artista. Luiza gentilmente cedeu um dos seus textos para o Napupila. A sugestão de incluir a artista na campanha #5womenartists foi de Anna Costa e Silva .

Denise Stutz

Denise Stutz iniciou seus estudos de dança em Belo Horizonte e não parou mais. Em 1975 fundou, junto com mais 10 bailarino o renomado Grupo Corpo. Mas Denise sempre se manteve inquieta, mudou se para o Rio de Janeiro onde trabalhou com Lia Rodrigues e outros profissionais da dança. Na matura idade resolveu investigar sua história, mesclada com a história das artes cênicas – dança e teatro. Assim nasceu seu solo DeCor (2003) em que respondia a questões sobre seu percurso na dança e, após novos solos surgiram, solos autobiográficos, solos com questionamentos sobre o espaço cênico e até solos que trazem elementos puramente ficcionais. 3 solos em 1 tempo, Finita, EntreVer e Só são alguns de seus últimos trabalhos que seguem rodando o Brasil e permitindo o contato do público com Denise e a delicadeza de seu trabalho. A sugestão de incluir a artista na campanha #5womenartists foi de Julia Baker.

Yasmin Thayná

Cineasta negra de 26 anos e diretora do aclamado filme Kbela, um filme impressionante realizado a partir de financiamento coletivo e chamada pública. Yasmin Thayná é fundadora da Afroflix, curadora da Flupp (Festa Literária das Periferias) e pesquisadora de audiovisual no ITS-Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro). Sem dúvida uma mulher negra inspiradora. Se você ainda não assistiu o filme, seguro links bio. A imagem é uma de suas cenas.A sugestão de incluir a artista na campanha foi de Ana Lobo.

Silvana Mendes


Silvana Mendes tem forte presença nas mídias sociais, interage com projetos de intervenção urbana a partir de linguagens como lambes, “afetocolagens” e mobgrafia – produção de fotografias e vídeos tendo como único recurso dispositivos móveis. Em seus assuntos, a estudante de Artes Visuais da UFMA – Universidade Federal do Maranhão, promove uma desestruturação da imagem negativa sobre corpos negros, e questiona o enclausuramento de nossa memória histórica em arquivos institucionais. Recentemente Silvana Mendes ganhou visibilidade ao ter seu trabalho selecionado e exibido na Bienal do Cairo, Egito, em novembro de 2018. Na ocasião apresentou a série de lambes “Solidão dos Bustos”, onde incorporava imagens de cabeças escultóricas da coleção do Museu Histórico e Artístico do Maranhão e as espalhava pela cidade. Sugestão da Bia Morgado.

Rivane Neuenschwander


Rivane Neuenschwander trabalha com múltiplas linguagens e vem construindo um repertório onde estão pinturas, desenhos, objetos, instalações, colagens, filmes, além de uma forte relação com a arquitetura. De caráter relacional, suas obras são muitas vezes alimentadas pela participação de um outro corpo já tendo contado com a contribuição de parentes, amigos, chefs, fashion designers, insetos e espectadores de instituições culturais mundo afora. Seu processo conversa, através de objetos cotidianos, com o compartilhamento da autoria, as trocas e coletas afetivas, a psicanálise, as migrações e cartografias. Sendo uma das referências brasileiras internacionais desde os anos de 1990, a artista segue expandindo os limites de sua prática. Sugerida por Michaela Blanc

Claudia Andujar

Contemplada com a medalha Goethe, em 2018, Claudia Andujar nasceu na Suíça mas, após anos de mudanças, por conta da perseguição nazista se instalou no Brasil em 1955. Tendo iniciado aqui sua produção em fotografia, passou a contribuir com revistas brasileiras e internacionais. A convite da revista Realidade, foi enviada a Amazônia pela primeira vez na década de 1970 para cobrir uma edição sobre a região. Nesta viagem se deu o primeiro contato entre a artista e os Yanomami, encontro que definiu não só o futuro de seu trabalho, como também o engajamento social pelo qual é reconhecida. A voz de Claudia Andujar foi fundamental para o reconhecimento e demarcação da Terra Indígena Yanomami, em 1992. Por cerca de 40 anos Andujar registrou o cotidiano dos indígenas, sua relação com a natureza e o homem branco. Sua série mais conhecida é “Marcados” – retratos produzidos para o cadastro de saúde dos Yanomami e usado pelas equipes de vacinação que trabalhavam contra a disseminação de doenças, como sarampo e poliomielite,por exemplo. Sugerida por Ana Miguel.

Carmela Gross

Carmela Gross – São Paulo Iniciou suas pesquisas no final da década de 1960 – período de ruptura nas artes como reflexo das mudanças políticas e sociais da ditadura militar no Brasil. E tem sua longa carreira marcada por eventos como a apresentação de sua tese de mestrado “Projetos para a construção de um céu”, na XVI Bienal São Paulo. Professora da Escola de Comunicação da Universidade de São Paulo (ECA/USP), desde os anos 1970, a artista aproveita o formato serial implicado em grande parte de sua produção para discutir conceitos artísticos contemporâneos, como a Pop Arte e o minimalismo. São desenhos, pinturas, litografias, instalações, projeções de luz, carimbos, vídeos, lambes, entre outros suportes diversos, que absorvem e comunicam estudos sobre o espaço e experiências sobre cor, objeto e desmaterialização. Sugestão da Izabela Pucu , a artista é representada pela Galeria Vermelho .

Érica Magalhães

Possibilidades escultóricas manifestam-se nos trabalhos de Érica Magalhães. A artista trans experimenta a expressividade de objetos e matérias em composições amalgamadas. Resistente e modelável o concreto é utilizado largamente por ela. Cristina Salgado vai dizer que ‘Érica expõe massas opacas, pesadas, em tese impermeáveis, mas que se deixam impregnar pelos sutis matérias do imaginário – ou os absorvem”. A artista coloca em questão as afinidades, o equilíbrio e a função dos objetos em seus diálogos poéticos. Mineira de Muriaé, teve passagem na Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto, levando para sua bagagem artística a alquimia. São do seu interesse a arte barroca, os elementos da arquitetura colonial e a pintura como campo de investigação. Atualmente, pesquisa relações da presença e a subjetividade na obra de arte no programa de mestrado Processos Artísticos Contemporâneos do Instituto de Artes da UERJ e expõe seus trabalhos na mostra individual curada por Cristina Salgado no espaço Alinalice . O nome de Érica Magalhães foi sugerido por Leo Ayres .

Ana Mendieta

Ana Mendieta (1948 – 1985) é uma artista cubana que, ainda criança, buscou exílio nos Estados Unidos. Sua produção artística reflete questões ligadas ao feminismo, suas memórias de Cuba, morte, natureza e violência. Além de temas diversos, também utilizou diferentes linguagens em seus trabalhos, navegou pela body art, video arte, fotografias, desenhos, esculturas entre outros meios. Seus trabalhos se conectam com a natureza da humanidade e trazem questões muito fortes as mulheres como violência sexual e a interação entre o corpo e a natureza. Em seu trabalho Silueta Series (1973-1980) cria formas femininas a partir de elementos como barro, areia e grama. Segunda a artista: “Eu me torno uma extensão da natureza e a natureza se torna uma extensão do meu corpo. Este ato obsessivo de reafirmar meus laços com a terra é realmente uma reativação das minhas crenças primitivas em uma força feminina onipresente, a imagem posterior se engloba dentro do útero, é uma manifestação da minha sede de viver”. A morte de Mendieta é cercada de incertezas. Muitos alegam ter sido ela vítima de violência doméstica pois, após uma discussão com seu marido, o artista Carl André, teria pulado da janela de seu apartamento. Seria suicídio ou teria sido mais uma caso de feminicídio? A questão se mantém e acabou por criar o movimento WHEREISANAMENDIETA, em atos artísticos e políticos colocam em voga a violência sofrida por mulheres. Sugestão de Bruna da Costa.

Ingrid Bittar

Ingrid Bittar vive e trabalha entre Rio e Berlim, produz sua pesquisa em colagens figurativas desde 2012, integrou a 89plus ocorrida no MAM-Rio – plataforma internacional que investiga artistas jovens e inovadores nascidos em 1989, organizada por Hans Ulrich Obrist e Simon Castets. Em seu processo há uma coleta e um colecionismo criterioso de revistas, livros e catálogos de arte. Os quais manipula artesanalmente, sem intervenções digitais. As referências podem emergir da produção literária, cinemática e também da história da arte. Interessada em comentar o espaço doméstico, as trocas familiares e movimentos migratórios, a artista vem construindo um repertório de elementos onde estão contidos corpos, interiores de moradias, raízes, folhas, flores, pássaros, peixes, ovos, objetos mobiliários e imagens arquitetônicas, por exemplo. Recentemente, tem estendido sua prática ao bordado. Sugerida pela coletiva Napupila.

Musa Michelle Mattiuzzi

Musa Michelle Mattiuzzi é paulista e atualmente vive e trabalha em Salvador, BA. Negra, escritora, performer, Musa problematiza o lugar exótico atribuído ao corpo da mulher negra pelo imaginário cisnormativo branco, que o transforma numa espécie de aberração, entidade dividida entre o maravilhoso e o abjeto. Ex-bancária, ex-recepcionista, ex-operadora de telemarketing, ex-auxiliar de serviços gerais, ex-cuidadora de crianças, ex-dançarina, ex-mulher, ex-atendente de corretora de seguros, ex-esposa, ex-aluna. Foi jubilada pela Universidade Federal da Bahia, por racismo institucional. A artista participou da Residência Artística com a Performance “Merci Beaucoup, Blanco!” na Galeria Listros/Berlin em 2013, do programa “Capacete Athens – Documenta 14” e colabora atualmente com ações dos coletivos Gia e Opavivará. Mattiuzzi foi a primeira artista citada em nossa campanha.

Gabriela Noujaim

Gabriela Noujaim é uma artista carioca. Se formou em gravura pela UFRJ mas seu trabalho dialoga, também, com outros suportes como o vídeo e a performance. Gabriela defende a tradição da gravura, prática que se torna cada vez mais difícil de ser realizada, e cria trabalhos singulares, consegue dar frescor e trazer para pauta questões sociais como a migração, violência, feminismo e indivíduos marginalizados pela sociedade branca ocidental. Nos últimos anos Gabriela tem se envolvido com a Aldeia Maracanã – espaço de resistência de indígenas do Rio de Janeiro – e criado trabalhos e poéticas a partir de sua relações afetivas com os indígenas que lá habitam. A obra aqui apresentada foi fruto dessa intensa convivência que resultou em reflexões da artista sobre suas raízes, origens e lastros familiares. Em seu trabalho Gabriela relaciona importantes mulheres de sua trajetória e as coloca em voga, não necessariamente a figura dessas mulheres mas sim o que elas representam socio e politicamente. Mulheres como Dilma Rousseff, Marielle Franco, Anna Balla Geiger, Evany Cardoso e Maria Aparecida Domingues dos Santos (mãe da artista). Amanhã, dia 23 de março, Gabriela abre Nosso Corpo Feminino, exposição individual curada por Fernanda Pequeno. A exposição contará com serigrafias de diferentes séries da artista.

Marieta Sabato

Marieta Sabato trabalha com fotografia, instalação, vídeoinstalação e performance. Em sua pesquisa argumenta contra a imposição de padrões femininos de beleza; a condição da mulher enquanto objeto de consumo; questiona situações atribuídas e condicionadas à mulher; e defende a autonomia do corpo feminino no tecido urbano; bem como a desconstrução do discurso midiático hegemônico.Associando suas séries de trabalho à história da arte e a propaganda, propõe as perguntas: Quem tem o poder sobre minha identidade? Eu ou a sociedade? Mestre em Estéticas Contemporâneas Latinoamericanas, atualmente vive em Madri onde cursa a especialização em Práctica Escénica y Cultura Visual, na Facultad de Bellas Artes de La Universidad de Castilla – La Mancha, em colaboração com o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía. Tendo vivido no Brasil por um período de três anos, participou de cursos na EAV do Parque Lage, e residências artísticas na FAAP (SP) e Despina (RJ). Em janeiro de 2019, @marietasabato integrou a coletiva O Atlante, com curadoria do @napupila. Na imagem, registro da série performance Chikita Graúda-Volte Sempre. Nossa indicação para a #5womenartists.

Anna Costa e Silva

Partindo de interesses cinemáticos, Anna Costa e Silva alimenta seus trabalhos com práticas relacionais, sugestionando espectadores, transeuntes e amigos virtuais à participação em suas obras. Entre suas propostas estão dar importância à eventos efêmeros; criar justaposições entre realidade, mundo ficcional, invenção de memórias e criação de intimidades. Em experiências anteriores já dormiu na casa de pessoas desconhecidas, oferece companhia para atividades triviais em anúncios de jornal; e atualmente tem ouvido sonhos de pessoas indicadas por amigos, na Pivô (SP), onde concluiu residência artística. Mestre em Artes Visuais pela SVA, em NYC, já recebeu os prêmios FOCO Bradesco ArtRio, em 2014; Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais, em 2015; e American Austrian Award for Fine Arts, em 2012. Apresentou as individuais “Assíntotas”, na Caixa Cultural e “Éter”, no Centro Cultural São Paulo. Indicada ao Prêmio PIPA em 2018, é representada pela Galeria Superfície . Na imagem, detalhe de Ofereço Companhia: Anúncio jornal O Globo, 2016. A indicação de Anna Costa e Silva na #5womenartists foi de Maria Vaz Valente.

Clarissa Tossin

Clarissa Tossin é de Porto Alegre mas vive e trabalha em Los Angeles. Produz escultura, fotografia, vídeo, instalação e performance pensando nos temas acerca da hibridização da cultura material e o desmanche de fronteiras, comenta a circulação da indústria na atual economia global. A artista que cresceu em Brasília, reflete experiências de sua infância e o vínculo afetivo com a arquitetura moderna em seu trabalho. Ainda, propõe comparações e contrastes com o projeto de urbanização do ideal utópico modernista e a realidade das cidades que o abrigaram indicando fracassos e legados dessa narrativa imaginada sobre o deslocamento na sociedade industrial moderna. Bolsista no Radcliffe Institute em Harvard University, entre 2017 e 2018. Recentemente apresentou seu trabalho em Pacha, Llaqta, Wasichay: Indigenous Space, Modern Architecture, New Art at the Whitney Museum of American Art in New York, em 2018. A partir de abril terá sua obra exposta na exposição Mundos Alternos: Art and Science Fiction in the Americas, no Queens Museum. A artista é representada pela galeria Luisa Strina. Na imagem, Brasília Teimosa, 2015. Indicação de Julia Baker.

Daniela Mattos

Daniela Mattos vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou suas pesquisas a partir do interesse em dança e pintura mas hoje tem a prática artística direcionada para os estudos de fotografia, vídeo e performance. Seus trabalhos permeiam os campos da escrita, poesia, literatura, e imagem, contendo leituras do feminismo, questionando padrões de beleza impostos, na intenção de subvertê-los. Tudo parece estar ligado a uma consciência corporal e sua relação com o espaço. Mapeia sons, formula verbetes, propõe jogos entre imagens, memórias, palavras e linguagens. A promoveu a exposição individual Um teto todo meu, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, entre 2014 e 2015. Elaborou atividades temporárias e performances em contextos educacionais no ateliê de crianças e adolescentes da École d’art d’Avignon na França, em 2005; e no Departamento de Artes Visuais da University of Chicago, nos Estados Unidos, em 2013. Ainda, exibiu trabalhos na 7ª Bienal do Mercosul na Radiovisual, em Porto Alegre, 2009; Video links Brazil: an anthology of Brazilian video art na Tate Modern, em Londres, 2007. Na imagem, vista da exposição Um teto todo meu, no MAC Niterói. Sugestão da Lua Aguiar.

Marie Carangi

Marie Carangi trabalha com vídeo, performance, instalação e experiências em som, enquanto linguagem, sugerindo ligações entre corpo, movimento, noções de espaço e auto-imagem. Tem realizado as pesquisas em “performance-serviço” com o trabalho Peluqueria Carangi – no “Lesbian Bar” de Fernando Peres -, onde libertava seu cabelo crespo de químicos alisantes; Corte estilo guilhotina; e Gritofonia. Na “performance-show” Teta Lírica, Carangi ativa o som do teremim – instrumento musical que cria sonoridades através do atrito – a partir do movimento de seus seios. Em 2018, estava entre os dez ganhadores, da 6º edição do Prêmio EDP nas Artes, do Instituto Tomie Ohtake e do Instituto EDP, que tem como a finalidade estimular a produção de jovens artistas contemporâneos do Brasil. Na abertura da exposição do prêmio, apresentou Tetaço geral, de 2018. Tendo sido contemplada com uma bolsa de residência artística internacional no Hangar – Centro de Investigação Artística, em Lisboa, Portugal. Na imagem, Tetográficas, 2018. Foto: Juliana Souto. Indicação de Napupila.

Ana Miguel

Ana Miguel vive e trabalha no Rio de Janeiro. Durante seu período de formação, no final da década de 1970, dividiu seus estudos entre pintura, gravura e história da arte, entre as instituições EAV do Parque Lage e Museu de Arte Moderna, ambas no Rio de Janeiro. Entre os anos de 1970-80 fez parte da Oficina de Gravura do Ingá, orientada pelas gravadoras Anna Letycia, Edith Behring e Solange Oliveira. Estudou Antropologia, na Universidade Federal Fluminense e Filosofia, na Universidade Federal de Brasília. Recebeu bolsa de trabalho da Fundació Pilar i Joan Miró, em Palma de Mallorca, Espanha. A partir da literatura e do cinema, pensa sobre desvios e afetos. Em seus trabalhos, serve-se de materiais frágeis em diferentes escalas; muitas vezes os intitulando de nomes em diminutivo. São cordas, fios, linhas, bordados, veludos em tons de vermelho, assim como fragmentos e miniaturas de objetos do universo infantil, do feminino, relações amorosas e situações insólitas do cotidiano, revelando através de bastante humor narrativas que beiram o bizarro. Os trabalhos de @fechar.os.olhos.para.ver indicam a existência de um território misterioso e ao mesmo tempo risível. Na imagem, Sono/Slumber, 2006. Indicação de Michaela Blanc.

Tamar Guimarães

Tamar Guimarães vive e trabalha em Copenhague, na Dinamarca, localiza sua prática nas novas mídias produzindo através de experiências com som, filme, instalação e estudos do corpo. Interessada em materiais efêmeros, como arquivos históricos e objetos encontrados, vêm construindo narrativas ensaísticas através de seus vídeos que contam, com um pouco de humor, sobre autoridade política, propaganda, consumo, e contrapontos entre a esfera pública e a privada. Um exemplo é “Canoas”, onde uma festa acontece na Casa das Canoas, desenhada por Oscar Niemeyer na década de 1950, no Rio de Janeiro com a finalidade de habitá-la como residente. No filme fictício são discutidos temas como o regime militar, exílio, a construção da imagem da vida moderna, a estrutura das classes sociais e sua relação com a arquitetura modernista no Brasil. Ganhadora do Faena Prize for the Arts 2018, já foi indicada ao prêmio PIPA em 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2016. A artista foi sugerida por Luiza Crosmann e é representada pela Fortes D’Loia & Gabriel.

Marcela Cantuária

Marcela Cantuária relaciona pintura, cinema, literatura, imagens digitalizadas, documentos históricos e arquivos familiares. Produz questionando versões de eventos políticos, de modo a formular novas hipóteses e narrativas para um futuro inevitável. Com a intenção de denunciar estruturas de poder, seus assuntos pairam sobre condições e direitos de grupos sociais geralmente deixados à margem; a relação entre cadeias de produção e consumo das indústrias de bens e serviços; o conflitante planejamento urbano da cidade do Rio de Janeiro; a divisão social nas metrópoles de países em desenvolvimento; e ainda sugere uma revisão histórica que devolva o protagonismo das mulheres. A artista que foi sugerida por Bia Morgado apresentou a exposição individual “Castelos no Ar” na Alfinete Galeria em Brasília, em 2018. E terá seu trabalho contido na exposição “Pintura Brasileira Contemporânea”, neste ano de 2019 no Instituto de America em Granada, Espanha. Atualmente você pode encontrar seu trabalho na exposição Passeata, na Simone Cadinelli, no Rio.

Anna Maria Maiolino

Anna Maria Maiolino nasceu em Scalea, Itália, mas por consequências da guerra transferiu moradia para Caracas, na Venezuela, onde ingressou na Escuela de Artes Plásticas Cristóbal Rojas. Em 1960, mudou para o Brasil dando início ao estudos em xilogravura, na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Militante política, foi atraída pelas publicações independentes de cordel que rondavam questões sociais do momento. Já na época, apresentava suas figuras negras em grandes espaços brancos e também produzia objetos e pinturas com narrativas ligadas aos direitos das mulheres. A partir de 1968, instalou-se em Nova York para estudar na Pratt Graphic Center onde investigou o uso do papel como suporte para o desenho. Nos anos de 1970, começou as experiências em fotografia, performance, instalação e filme. Sendo o primeiro de sua carreira, o premiado In-Out, Antropofagia, de 1973. Desde os anos 1990 ocupa-se com a materialidade da argila, do gesso e do cimento, dominando suas possibilidades plásticas e estéticas. Imagem de “In-Out Antropofagia”, 1973. Representada pelas galerias Hauser & wirth e Luiza Strina . Indicação de Napupila


INDICAÇÕES

Mais de 200 artistas foram indicadas em nossas redes sociais. Segue a baixo a lista completa:

Adelina Gomes
Adriana Godoy
Adriana Guerra
Adriana Varejão
Aleta Valente – Ex Miss Febem
Aline Albuquerque
Aline Baba
Aline Luppi Grossi
Aline Motta
Amélia Sampaio
Amélia Toledo
Ana Botellho
Ana da Cunha
Ana Klaus
Ana Luiza Moraes
Ana Mendieta – Cuba
Ana Miguel
Ana Montenegro
Ana Paula Moritz – RJ, pesquisadora
Ana Paula Oliveira
Ana Pi
Ana Reis
Ana Teixeira
Ana Tereza Prado Lopes
Anais-karenin
Andrea Guerreiro
Andréa Hygino
Andréia Dulianel
Andressa Cantergiani
Angelica Teuta
Anna Bella Geiger
Anna Costa e Silva
Anna Helena Cazzani
Anna Letycia Quadros
Anna Maria Maiolino
Anne Mie Van Kerckchoven
Arte San
Artemisia Gentileschi
Ayla Tavares
Barbara Copque
Bárbara Sotério
Beatriz Cruz
Bendita Gambiarra: Aline Besouro e Cali Nassar
Berna Reale – Belém do Pará
Beth Jobim
Bia Goes
Bianca Bernardo
Bianca Madruga
Brígida Baltar
Camila Bastos Bacellar
Camila Florentino
Camila Soato
Camila Valdeavellano
Camila Valones
Camilla Loreta
Camilla T
Carla Borba
Carla Lopes
Carmela Gross
Carol Bergocce
Carolina Medeiros
Carolina Ponte
Catherine de Lima
Catia Costa
Cecilia Stelini
Célia Barros
Charlene Bicalho
Cheril Linett
Cintia Nin
Clara Machado
Clarissa Tossin
Claudia Andujar
Claudia Laux
Claudia Lyrio
Claudia Paim
Cristiana Nogueira
Dani Barsoumian
Dani Maura
Daniela Mattos
Daniele Queiroz
Danielle Anatólio
Debora Gurgel
Denise Calasans
Denise Stutz – MG
Duda
Dulce Lysyj
Edith Derdyk – SP
Elen Braga
Eleonora Fabião
Eliana Amorim
Elisa Castro
Elisa Elsie
Elisa Pegolaro
Élle de Bernardini
Elogio ao Toque
Enrica Bernardelli
Érica Magalhães
Estela Lapponi
Éthel Oliveira
Eunjeong Choi
Fabiana Faleiros – Lady Incentivo
Fabíola Trinca
Fatima Neves
Fernanda de Paula Gouvêa
Fernanda Gama
Fernanda Gomes
Fernanda Leme
Fernanda Sattamini
Francesca Woodman
Franciane de Paula
Gabriela Noujaim
Gabriella Garcia
Gal Martins
Giulia Andreani
Graci Kaley
Helena Trindade
Hermínia Borges
Horrana de Kássia Santoz
Ingrid Bittar
Isabela Sá Roriz
Jack Elesbao
Jacqueline Zilberberg
Janaína
Janaina Carrer
Janine Magalhães – vênus em flor
Jaque Rodrigues
Jaqueline
Jenny Holzer
Jéssica Góes
Jimena Kato
Joana Duah
Joana Marinho
Joana Traub Csekö
Ju Fierro
Julia Cartier Bresson
Júlia Milward
Julia Notari
Júlia Pedron
Juliana dos Santos
Juliana Pamplona
Juliana Perdigão
Julie Brasil
Karenina Marzulo
Karin Beyens
Katia Politzer
Katya Grokhovsky
Kênia Bergo
Kerolayne Kemblim
Keyla Sobral
Lais Amaral
Lara Ovidio
Larissa Vieira
Laura Freitas
Laura Gorski
Laura Lima
Laura Villarosa
Leandra Espirito Santo
Leila Danziger
Lene Juhler
Leona Vingativa
Leticia Kamada
Letícia Maia
LGBTina
Lidi de Oliveira
Lídia Lisboa
Lindsay Ribeiro
Liz Under
Louise Woolley
Luana Aguiar
Luana Fonseca
Luana Navarro
Luanah Cruz
Lucia Laguna
Luciana Bertarelli
Luciana Grizoti
Ludmila Castanheira
Luisa Toller
Luiza Coimbra
Luiza Crosman
Lygia Pape
Mafalda Pequenino
Maia Bueloni
Maira Dietrich
Maira Vaz Valente
Marcela Antunes
Marcela Cantuária
Marcela Godoy
Marcela Tiboni
Marcella Klimuk
Marcella Moraes
Maria (Amelia) Reader
Maria Andrea Trujillo Mainieri – COL
Maria Auxiliadora
Maria Beraldo
Maria Eugenia Matricardi
Maria Fernanda Filardi
Maria Fernanda Lucena
Maria Helena Bastos
Maria Isabel Rueda
Maria Macêdo
Maria Palmeiro
Mariana do Vale
Mariana Guimarães
Mariana Paraizo
Mariana Rocha
Marie Carangi
Marieta Sabato
Marília Del Vecchio
Marina Bastos
Martha Niklaus
Martha Werneck
Mayana Redin
Mayara Yamada
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Mayra Redin
Mel Coelho
Mercedes Lachmann
Miranda July
Moara Pinta
Moira Albuquerque
Mona Hatoum
Mônica Augusto
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Monica Galvão
Musa Mattiuzzi
Naiana Blue
Naira Marcatto
Natália Brescancíni
Natalia Gregorini
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O Ser-se – Júnia Azevedo
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Pat Freire
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Ritamaria
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Arte + Feminismo – Wikipedia Edit-a-thon 2019

Arte + Feminismo – Wikipedia Edit-a-thon 2019

Reunimos mulheres no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica para uma atualização coletiva dos artigos da Wikipédia sobre temas relacionados a gênero, arte brasileira e feminismos. O problema de gênero da Wikipédia está documentado. Em uma pesquisa de 2011, a Wikimedia Foundation descobriu que menos […]