Edital Coletivos Urbanos

Edital Coletivos Urbanos

No mês de abril de 2019 fomos selecionadas pelo edital “Espaços de Autonomia”, uma iniciativa do professor Gabriel Schvarsberg em parceria com docentes e alunos da universidade santa Ursula. Tomando o espaço público como ponto de partida, a proposta consistia na possibilidade de criação de […]

Área Irrestrita

Área Irrestrita

Experiência Mesa n° 24 – dias 20 e 21 de setembro Local: Rua Jogo da Bola 119, Morro da Conceição – RJ / Praça Leopoldo Martins  Coletiva Curatorial:  Napupila Realização: A Mesa

O Atlante

O Atlante

De 12/01 a 02/02

Local: Alinalice, n 1022, Bairro das Laranjeiras

Coletiva Curatorial:  Napupila

Realização: Alinalice

O Atlante: quando o ser torna-se mar

Muitos acreditam na existência de um certo continente chamado Atlântida que teria sido uma grande potência naval nos anos 9.600 a.C. A crença é reforçada por Platão em seus textos Timeu e Crítias, onde descreve o continente e seu povo, os atlantes. Segundo o autor, os atlantes eram um povo com muitos conhecimentos marítimos e tecnológicos, o que garantia uma supremacia sobre os demais povos e os permitia invadir e colonizar
outras terras. Atlântida, segundo Platão, foi destinada a Poseidon – deus dos mares – e cabia a ele organizar como a ilha seria dominada. Rodeada de água, sob a regência do encantador de onda, Atlântida recebia fluxos de pessoas diferentes e a ligação de seu povo era intensa. Tanto que, seu destino final foi ser engolida pela água. As lendas contam que ainda hoje é possível encontrar o continente inteiro submerso no mar, em alguma região no oceano Atlântico. Fato ou invenção, Atlântida e seu povo habitam o imaginário popular e funcionam como analogia para estudiosos e escritores.

Beatriz do Nascimento, na antropofagia filosófica da resistência negra, comenta a dura saga dos escravizados africanos como povo atlante, habitantes do oceano. Assim como a água, ela atlânticafortalece sua cultura a partir dos encontros, da comunicação, dos movimentos migratórios, e da potência de dos rituais que herda. Ela evocam o fluxo como motivação de uma sobrevida, que não reconstitui o que foi deixado à margem, mas que resiste ao “tornar-se”.

No contexto contemporâneo, de acordo com a ONU, existem 783 milhões de pessoas no mundo que vivem sem água potável. Em 2025 esse número pode chegar a 1,8 bilhão. No Brasil, essa realidade toma de assalto os grandes centros, mesmo sendo esse o país que abriga o maior aquífero do mundo, o Guarani.

A água está em 2/3 do planeta e mais da metade desse percentual é utilizado para a nossa subsistência. Fluxos que atravessam a nossa constituição física, como a lágrima, o suor, a saliva, a placenta e a urina, e que inevitavelmente ganham conotações simbólicas, afinal somos água – um adulto possui até 65% de água em sua composição corpórea, o que em um recém-nascido chega a 78%.

Deixar de ser gota para tornar-se oceano é uma metáfora sobre o movimento de renovação que se prolonga entre a vida e a morte. A água é o elemento que materializa esse ciclo. Incolor e inodora, ela alimenta a vida e purifica os acúmulos deixados pela existência. Simboliza a gênese, a impermanência e a calamidade. Nas abluções islâmicas, no batismo cristão, nos mikved judaicos, nos rituais funerais do hinduísmo, na alquimia antiga, a água aparece como matéria que restitui os seres e as coisas ao seu estado de pureza.

Hidras, sereias, ninfas, e leviatã foram evocados pela literatura das águas, presente nos mapas de navegação, na oralidade anciã e na história das descobertas colonialistas.

Neste sentido, partindo das diferentes experiências de um conjunto de seis artistas, O Atlante: quando o ser torna-se mar, vêm dialogar com nuances diversas e algumas das variadas representações que o ser Atlante pode vir a ter.

Em um cenário tropical, Maria Sabato, se lança à sorte em um mergulho na caixa d’água. Sendo a palavra água um substantivo feminino e ligado à ideia de sagrado, o rito de libertação que esse banho orienta nos diz sobre a autonomia dos corpos e satisfação de desejos.

A partir de uma chancela laboratorial, André Anastácio apresenta o resultado da coleta, produzida em diferentes partes da cidade, de sons e vibrações da água, os quais representam suas várias densidades e particularidades, em uma síntese relacional com a
vida.

Alexandre Vogler assume a postura de um caiçara que, ao navegar pela Baía em uma canoa, documenta, ao mesmo tempo em que critica, o desajustado modelo político e social do planejamento urbano da cidade do Rio de Janeiro.

Através das ondas de seu livro objeto, Gabriela Noujaim afirma a possibilidade de fortalecimento das pontes afetivas entre grupos marginalizados, mesmo aquelas criadas em momentos limítrofes da humanidade, como no período do Apartheid -regime de segregação racial; onde a população da África do Sul teve seus direitos suprimidos por uma minoria branca dominante.

Em suas ações performáticas o grupo de artistas do Coletivo Liquida Ação se apropria da água para comentar e questionar certezas políticas e sistemas econômicos. Através de seu repertório referencial produz intervenções que venham a derrubar verdades institucionais.

A infinitude e repetição do mar se apresentam no trabalho de Bob N. Na obra o artista consegue capturar as possibilidades que o oceano nos oferece que, mesmo parecendo múltiplas são repetições de ações sem fim.


Água é matéria, matéria prima da vida, permite encontros e desencontros, fluxos migratórios, trocas monetárias e sociais, principalmente em cidades como o Rio de Janeiro, onde a praia se torna personagem principal do verão.Pensando em todas as possibilidades poéticas, sociais, políticas e estéticas que a água pode nos trazer, reunimos aqui trabalhos cujo a força motriz é a água.

Curadoria
NaPupila – Ana Lobo, Julia Baker e Michaela Blanc

Fotos: Rizza

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Artistas

Liquida Ação: Coletivo Liquida Ação: O Coletivo Líquida Ação, formado em 2006, realiza performances com artistas de diversas áreas. Em suas ações/intervenções, o uso da água como bem comum e elemento vital desloca fronteiras sociais, políticas e culturais das cidades promovendo uma liquidação da arte em lugares públicos.Corpo/água/espaço são dispositivos de montagem de ações líquidas que absorvem o espaço vivido e subvertem as medidas do tempo utilitário. Explorada como elemento transitório, diluidor e purificador, a água materializa diversas temporalidades da performance nesta pesquisa artística em torno de uma estética da alteridade.O Coletivo é entendido como espaço político que coloca em risco as certezas sólidas, desafia nossas diferenças pelo dissenso, e pulsa necessidades vitais em direção ao comum. https://www.coletivoliquidaacao.com/
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Alexandre Vogler: Artista Plástico, Doutorando em Linguagens Visuais pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes – UFRJ. Professor do Instituto de Artes da UERJ. Desenvolve desde 2000 trabalhos em contexto público e sistemas de comunicação tais como Atrocidades Maravilhosas, Fumacê do Descarrego, Olho Grande, Tridente de Nova Iguaçu e Retrofit. Realizador do curta-metragem Base para Unhas Fracas, 35mm, 2011 e co-Diretor da peça teatral Aplique de Carne (2013). Realiza as individuais: Base / Tridente NI, Centro Cultural São Paulo, 2009; Abre Caminho e O Condomínio na Galeria A Gentil Carioca , 2007 e 2005 respectivamente e Pintura de Fresnel no Paço Imperial, RJ, 2018.http://www.alexandrevogler.com.br/

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André Anastácio: Artista Plástico e pesquisador (PPGAV-EBA), desenvolve sua prática nas áreas de tecnologias híbridas, circuit bending, arte sonora, sonificação, dispositivos interativos, e mediação sociopolítica. Colaborador do laboratório NANO em plásticas sonoras híbridas, integrou os coletivos Uoco(Arte sonora), Biônicos (experimentação digital), Zebra(Arte Urbana). Expôs trabalhos em diversos espaços como: Casa Rio, Casa Comum, CMAHO, Festival de Cultura Digital, Casa França Brasil, Museu do Amanhã, entre outros. Seu processo de criação costuma fazer uso da tecnologia aplicada a determinados contextos, para provocar reflexões  do “imbricar das dinâmicas e relações sociais” com o meio habitado. https://4n4st4cio.wordpress.com/portfolio/ritos/

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Gabriela Noujaim é gravadora, vídeomaker e professora. Em 2011, recebeu a Menção Honrosa, no festival de vídeo arte “Lumen EX”, em Badajoz, Espanha. Foi Prêmio Aquisição no 39o Salão de Arte Contemporânea de Santo André, SP, e realizou uma exposição itinerante “Luz e sombra”, no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Sousa, PB e Juazeiro do Norte, CE.

Participou de diversas exposições coletivas entre elas: “Black Tie” no Centro Cultural BNDES, RJ, em 2011, “Entre imagens” na Galeria Largo das Artes, RJ, em 2007, “Extra- Muros”, no Paço Imperial, RJ, em 2005 e “Posição 2004” na EAV do Parque Lage, RJ, em 2004. Possui obras em acervos dentro e fora do Brasil.} https://gabinoujaim.blogspot.com/

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María Sabato, 1984, Ciudad de Buenos Aires

Fotógrafa profissional pela Escola de Fotografia Criativa de Andy Goldstein, Buenos Aires, Argentina. Em 2015 recebeu uma bolsa da Escola de Artes Visuais do Parque Lage para cursar o Programa anual Práticas Artísticas Contemporâneas II, dirigido por Lisette Lagnado. Tem participado em exposições coletivas e realizado projetos individuais em cidades como Buenos Aires, Rio de Janeiro e Tokyo. Também realizou residências artísticas em espaços como FAAP (SP, 2016) e Despina (RJ, 2014)

Em 2018, já na cidade de Buenos Aires fez o Programa de CIA (Centro de Investigaciones Artísticas) dirigido por Roberto Jacoby, e fez residência nos ateliês MARCO Arte Foco.

Atualmente está cursando,em Madrid, mestrado em prática cênica e cultura visual, no Museu Centro de Arte Reina Sofia.

O curso da investigação/pesquisa prática de Maria vem sido guiado pelos deslocamentos físicos e simbólicos inerentes à condição de mulher estrangeira. A sua pesquisa apresenta-se em forma de fotografias, vídeos, instalações e ações participativas em diferentes espaços público-estéticos, nos quais o seu corpo costuma ser o principal suporte e objeto de trabalho.

Através de diferentes práticas do campo da arte, pesquisa e problematiza sobre a sua trajetória nômade, a relacionalidade intercultural, o consumo, a mídia de massa, a desterritorialização e a possibilidade de sociabilizar ou criar comunidades efêmeras aleatoriamente a partir de uma ação determinada.

Nos últimos tempos, tem concentrado suas intervenções na relação existente entre a circulação de objetos de consumo comestíveis e o corpo da mulher, com a finalidade de refletir e questionar, entre outras coisas, os critérios de identificação feminina esperados pelas distintas sociedades. https://cargocollective.com/mariasabato

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Bob N

Bob N é artista plástico. Nasceu em 1967, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha.Estudou com Ivan Serpa, Orlando Mollica, João Magalhães, Anna Bella Geiger, além de outros tantos mestres.

Participou da Bienal de São Paulo SP; Bienal de Liverpool; Contemplation Room Overgaden Gallery – Copenhagen, Dinamarca; Bienal VentoSul, MAC – Curitiba, PR; Um Século de Arte Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM – RJ; Pindorama Lounge, Pinacoteca – SP; Individual MAM-RJ; Visões do Paraíso, MAC – Niterói; Fuit Hic, individual Museu da República – Rio de Janeiro, RJ; Salão da Bahia, MAM – BA; Abre Alas, A Gentil Carioca – Rio de Janeiro, RJ; Ncruzilounge, A Gentil Carioca – Rio de Janeiro, RJ; VERBO, Galeria Vermelho – São Paulo, SP; Desde Rio, Galeria Belleza Y Felicidad – Buenos Aires, Argentina; NANO, Galeria Studio 44 – Estocolmo, Suécia; Ciclope, Centro Cultural Chacao – Caracas, Venezuela; Para Atravessar Contigo o Deserto da Vida C. Galeria RJ. http://www.bobn.ws/pt/cv_bio/

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Edição de vídeo: João Paulo de Oliveira

#5WomenArtists

#5WomenArtists

No mês de março a coletiva curatorial Napupila propôs ações para comemorar o protagonismo das mulheres artistas nos espaços físicos e virtuais. Somamos força ao #5WomenArtists, uma iniciativa simples e efetiva do National Museum of Women in the Arts. Usando a hashtag # 5WomenArtists , […]

Arte + Feminismo – Wikipedia Edit-a-thon 2019

Arte + Feminismo – Wikipedia Edit-a-thon 2019

Reunimos mulheres no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica para uma atualização coletiva dos artigos da Wikipédia sobre temas relacionados a gênero, arte brasileira e feminismos. O problema de gênero da Wikipédia está documentado. Em uma pesquisa de 2011, a Wikimedia Foundation descobriu que menos […]

Táticas para criar buracos de minhoca

Táticas para criar buracos de minhoca

Essa é a primeira metade da formulação de táticas para criar buracos de minhoca. O que quer dizer ressignificar territórios? Como e porquê fazê-lo? O que essa ressignificação acarreta para a efervescência de uma nova imaginação política?

por Luiza Crosman

Esse texto vai apresentar em dois tempos o início do raciocínio de como a criação de buracos de minhoca podem ser formas possíveis de ressignificar espaços. Buracos de minhocas são canais, vias subterrâneas, feitos por dentro e a partir da terra por onde são escavados. Minhocas comem a terra, e a digerem, subvertendo o que poderia ser visto com um bloqueio em nutrientes e caminho. Buraco de minhoca é também a teoria física de que é possível conectar dois pontos distintos do tecido espaço-temporal do Universo observável e, portanto, viajar entre eles.

Quero propor buracos de minhoca – terrestres e cósmicos – como uma possível imaginação política, que pode, talvez, vir a apresentar formas de pensar e agir em territórios institucionais – afetivos, sociais, políticos e econômicos. Neste primeiro tempo, exponho uma lista de táticas performativas, feita em colaboração pois minhocas não trabalham sozinhas, e é sempre preciso uma enorme força gravitacional para dobrar o tecido do espaço-tempo. Nessa lista colaboram Priscilla Menezes, Thiago Antunes e Pedro Moraes.

No tempo futuro deste texto, vou expandir e investigar como as táticas dos buracos de minhoca podem expor dinâmicas e condições de possibilidade para a imaginação política modificando um território a partir dele mesmo, ou ao criar um território inteiramente novo desde dentro do original. Escavando-o, dobrando-o, abrindo rotas alternativas de circulação e saídas, conectando dois pontos distintos.

Táticas para criar buracos de minhoca

Vá até uma área invisível. Tente visualizar o tamanho do rastro que o seu corpo produz no espaço durante o período de tempo de um suspiro, considerando que nossa galáxia se move a uma velocidade de 120 km por segundo. Inspire.

Evaporar
Às 12h de um dia útil coloque uma cadeira na avenida mais movimentada da sua cidade. Sente-se. Tenha em suas mãos uma bacia com 250ml de água potável. Permaneça até que a água evapore.

Considere o ponto A e o ponto B; ambos possuem uma distância espacial considerável entre si. Considere agora a ponte C. A ponte C permite que ignoremos a distância entre A e B, conectando-os de maneira suave, fazendo com que a transição entre um ponto e outro subverta as regras implícitas no deslocamento entre eles. A ponte C reescreve a noção de espaço que A e B sugerem. O que é a ponte C, senão a capacidade de revisar nossas ações?

Para fazer na linguagem
A partir de agora, sempre que for escrever de forma plural ou geral escreva somente no feminino.

Redistribuição
Escreva em um papel um fato sobre você que jamais tenha pronunciado em voz alta. Fixe-o em uma parede pública.

Para fazer na conta bancária
Sempre que o último número do extrato for ímpar remunere alguém por um trabalho intelectual.
Sempre que o último número do extrato for par exija remuneração pelo seu trabalho intelectual.

Como uma maneira de introduzir a ponte C onde ela se faz necessária, podemos perguntar:
“O funcionamento desse objeto em particular pode ser entendido em que termos?”; “Qual a consequência desse entendimento?”; “Da onde vem esses termos?”; “Estes termos servem a quem?”; “De que outra maneira isso pode ser entendido?”; “Quais possibilidades de enquadramento provêm uma imagem mais clara desse objeto?”; “Como posso engendrar mudanças nesse objeto?”

Para fazer no mapa
Sempre que alguém te pedir informações sobre determinado lugar ou área lhe informe o porquê de você estar ali também.

Como uma maneira de introduzir a ponte C onde ela se faz necessária, podemos perguntar:
“Em que medida o espaço que é inaugurado pela ponte C difere dos espaços previamente constituídos?”; “Como a criação e/ou descoberta deste espaço mudas as relações do lado de fora dele?”; “Existe alguma diferença fundamental entre este espaço e outros espaços criados entre A e B?”

Maremoto
Sente-se de costas para o mar. Encare o rosto das pessoas que olham para ele. Tendo como única pista as suas expressões, desenhe-o.

Para fazer no não-visível
Comece a cuidar de algo.

Como uma maneira de introduzir a ponte C, onde ela se faz necessária, podemos perguntar:
“Se a a ponte C constitui com os pontos A e B um sistema, então todas as propriedades desse sistema que é constituído devem advir de A, B e C – suas propriedades particulares e suas relações entre si. Essa suposição é consistente com a imagem de C descrita até agora?”

Vá até uma área invisível. Tente visualizar o tamanho do rastro que o seu corpo produz no espaço durante o período de tempo de um suspiro, considerando que nossa galáxia se move a uma velocidade de 120 km por segundo. Expire.

Para fazer no futuro
Use essa lista como um buraco de minhoca. Pratique-a. Performe-a sozinha ou com companhia, uma ou mais táticas. Anote e me envie suas percepções, afetos, atravessamentos. O que acontece quando dois buracos se encontram? Quais outros buracos de minhoca me ocorrem? Como a minha imaginação é transformada por esses túneis? O que é a criação de vias alternativas? Esses relatos farão parte da próxima sessão do texto: luizacrosman@gmail.com

Luiza Crosman é artista, mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ, e atualmente pesquisadora no Advanced Performance and Scenography Studies (apass) em Bruxelas. Trabalha a partir do desenho, da escrita e de performances, investigando metodologias de feedback, condições de possibilidade e especulações acerca da ideia de futuro. É também parte do time que gere a casamata – espaço de arte que pesquisa metodologias de exposição.
Alex Araripe na Z42

Alex Araripe na Z42

Os cinco salões da galeria Z42 Arte Contemporânea serão ocupados pela individual de estreia de Alex Araripe, entre os dias 9 e fevereiro e 22 de março no Cosme Velho.